No mês de julho, os mercados internacionais continuaram sua recuperação, com uma melhora dos índices econômicos amparados principalmente pela temporada de balanços e pela alta liquidez proporcionada pelos Bancos Centrais.
Nos Estados Unidos, 4,8 milhões de pessoas voltaram ao trabalho, ao passo que na China, o ritmo de recuperação continua forte, com melhoras nos setores de serviços e manufatureiros, refletindo uma melhora também no PIB.
No Brasil, os ativos domésticos apresentaram mais um mês de valorização. Na política, o presidente tem apresentado uma postura mais moderada, reduzindo os ruídos entre o Executivo e os demais poderes da República.
No segmento econômico, os dados do CAGED de junho surpreenderam positivamente, com saldo líquido de empregos negativos em 11 mil, contra os esperados 200 mil para o período.
Na política monetária, após o corte de 75b.p. na reunião de junho, espera-se que em agosto sejam cortados mais 25b.p., levando a taxa Selic a uma nova mínima histórica. de 2,00% a.a.